MEU PARECER SOBRE MEU EUROTOUR
Com certeza, os pontos turísticos no geral são bem bacanas, nada surpreendente, mas como eu tinha o interesse de conhecer, valeu a experiência. Mas, do fundo do meu coração, eu só volto à Espanha caso seja obrigado ou necessário, pois sinceramente não gostei nem um pouco. E olha que vale lembrar que, antes dessa viagem, eu já tinha vindo para a Espanha, em SANTIAGO DE COMPOSTELA e VIGO, inclusive fiz vídeo no canal sobre (
Ainda na Espanha, fomos para Barcelona. Esses dois trajetos fizemos de ônibus; como estávamos em Portugal, até a Espanha era coisa de no máximo 5h, então valeria a pena. Mas acho importante falar que, caso esteja planejando uma viagem dessas, é muito importante estar preparado para perrengues e possíveis atrasos. E também já aviso logo que aqui na Europa, como um todo, eles têm o hábito de começar o expediente das lojas a partir das 10:00. Então, nada de marcar rolê muito cedo, pois não vai achar muitas coisas abertas e vai ficar andando pela rua, e isso é perigoso. Barcelona já foi um pouco mais tranquila, mas não foi perfeita; igualmente perigosa, porém uma cidade com mais opções de lazer e turismo do que Madrid. Em Barcelona, os lugares onde optei por ir foram: Plaça Reial, Casa Milà (paga para entrar), La Boqueria, Plaça de Catalunya, Igreja da Sagrada Família, Arco do Triunfo (sim, a Espanha também tem a versão deles). Passamos pelo Bairro Gótico (deixando claro que esse nome é pela arquitetura do bairro e não pelo estilo das pessoas que ali vivem kkkkk) e a Catedral de Barcelona. E aqui vem o nosso susto: todas as igrejas e catedrais de que eu falei nessa lista, desde Madrid, são pagas. Sim, você paga para entrar na igreja e não são valores simbólicos, é coisa de 10€ para mais. O que me fez desanimar de entrar e conhecer a arquitetura do lugar. Uma coisa é você pedir uma doação, outra coisa é cobrar um valor absurdo; tinham umas que beiravam os 20€ (R$ 100,00) para você entrar, o que para mim é sem nexo total.
Outro fator problemático é que aqui eles não gostam de falar inglês; e não é só o fato de não gostar, eles simplesmente se negam a falar inglês. Então, ou você fala francês ou aprenda a se virar sozinho. Para nossa sorte, as máquinas, caso queira fazer uso do transporte público, têm tradução, mas isso é em todos os países: você pode optar por inglês. Mas, caso precise de atendimento ou de ajuda, lamento informar que terá sérios problemas se não souber falar francês.
Bom, agora que já falei dos aspectos negativos, está na hora de rasgar elogios. O transporte público é bem tranquilo e simples; quem se vira de boa no Rio de Janeiro e em São Paulo, tira Paris de letra. Cada lugar é mais bonito que o outro e, além disso tudo, dá gosto andar pela cidade. Você vai sentir vontade de parar em cada restaurante de tão bonito e aconchegante. E, sendo bem sincero, é muito bom ouvi-los conversando em francês, é uma língua muito gostosa de se ouvir. Mais uma coisa que eu esqueci de falar: a cidade é muito fria. Tudo bem que eu vim na época do inverno, mas ainda assim preciso falar o quão tenebrosamente frio é este lugar; sofri horrores até me acostumar com a temperatura.
Enfim, Paris tornou-se um dos meus lugares favoritos do mundo. Eu já era encantado, agora amo mais ainda. Os lugares que fui visitar foram: Torre Eiffel (30€), Museu do Louvre - Paris (gratuito para estudantes da União Europeia / 17€ para turistas), Arco do Triunfo - Paris (pago, mas apenas para passar embaixo; tirar fotos à distância é ótimo), Panteão (11,5€), Catedral de Notre-Dame (está em reforma, mas é possível tirar fotos na frente; eles montaram uma estrutura de palco para isso), Place de la Concorde (gratuito), Rio Sena (somente os passeios de barcos pelo rio são pagos), Pont des Arts (caso queira deixar um cadeado lá, costuma custar de 5 a 20 euros, dependendo do tamanho do cadeado).
Claro que eu passei em outros lugares e no canal eu mostro alguns pontos estratégicos para as fotos, mas no geral esses foram os lugares indispensáveis. Eu também passei pelo triângulo da alta costura; é um ponto em Paris onde as lojas de grife e de alta costura estão localizadas. É bem bonito e interessante, mas evite olhar os preços, pode ter um infarto, ahahahah...
E depois dessa pequena parada na capital da moda, era hora de seguir para a terra da pizza! Brincadeiras e estereótipos à parte, uma bela passagem pela Itália começava, e nossa primeira parada foi Pisa. A primeira dica que posso dar é que não se trata de uma cidade muito grande, e os principais pontos turísticos ficam bem próximos uns dos outros. Sendo assim, dois dias em Pisa são suficientes para conhecer bastante coisa.
É importante lembrar que optamos por ficar em hostels, o que nos permitiu reduzir significativamente os custos da viagem. Não são as acomodações mais confortáveis, mas são extremamente baratas e, se você, assim como eu, não pretende passar o dia todo no quarto, apenas precisa de um espaço para guardar as malas e turistar à vontade — nesse caso, os hostels atendem perfeitamente.
Obviamente, para subir na torre ou entrar nas catedrais, é preciso pagar. Eu optei por não ir, pois preferi economizar para visitar outros lugares e museus que tinham mais interesse para mim. Não é caro, mas, nessa visita, simplesmente não vi necessidade.
De Pisa, pegamos um trem para Roma, e, para mim, esse foi o momento! Adorei viajar de trem — foi minha primeira experiência e já quero repetir. Roma tinha mais pontos turísticos que me interessavam, como os diversos sítios arqueológicos espalhados pela cidade, além do Coliseu, do Panteão e daquela clássica caminhada até o Vaticano que, apesar de ser um país independente, fica bem no meio de Roma.
Vale um aviso importante: para entrar no Vaticano não há burocracia, mas, caso queira visitar a Basílica, você passará por uma vistoria semelhante à imigração em aeroportos. Eles pedem documentos, solicitam que você tire os sapatos e, se estiver com bolsa, pode demorar um pouco mais. Por isso, caso planeje visitar o Vaticano, leve o mínimo de coisas possível para evitar transtornos.
Nos vídeos do canal, há uma lista completa dos lugares que visitei e os valores. Aqui, prefiro me ater apenas à minha experiência e aos pontos positivos e negativos da viagem. Os italianos são supereducados, não tive nenhum problema com eles; os lugares são lindos, porém é importante avisar que, devido à grande demanda de turistas pela região, é muito comum acontecerem furtos, os famosos "Pickpockets". Então, segure firme a bolsa e sempre carregue apenas o necessário. Os policiais da região até são bem solícitos, mas, devido à demanda, é difícil eles conseguirem ajudar em alguns casos. Portanto, todo cuidado é pouco!
Enfim, além desses lugares incríveis, também passamos pela Inglaterra, Alemanha e Bélgica. Mas, para falar da Inglaterra, preciso fazer uma publicação exclusiva, pois ela merece!
Dica para as mulheres, recomendo sempre pedir quartos exclusivos para meninas e, caso essa opção não esteja disponível, escolher aqueles com menos pessoas. Isso ajuda a evitar estresse e riscos desnecessários.
Enfim, seres humanos, tem vídeos no canal mostrando tudo, e espero que este texto no blog tenha sido útil para você. Obrigado! 😊



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